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Olá Amigos!

Nós da Joguei no Palmeiras, um perfil do Twitter @jogueinaSEP fomos convidados pela Web Radio Verdão a escrever um pouco mais sobre aqueles jogadores que não tiveram uma passagem tão gloriosa pelo Palmeiras.

Inaugurando nossa participação, vamos falar de Leandro Amaro

Surgiu na base do Cruzeiro, sendo emprestado em 2010 para disputar um razoável Paulistão pelo Botafogo-SP. Como fomos enganados! Logo após o campeonato, chegou ao Palmeiras por empréstimo até o fim de 2010.

No meio do ano veio o Felipão, virou fã de carteirinha do nosso zagueiro e tendo o Cruzeiro interesse no também zagueiro Léo, fizeram um acordo e ficamos com Leandro Amaro em definitivo e 4 longos anos de contrato. Sempre me pergunto quem foi o gênio que assinou isso.

No duelo com os atacantes, o famoso 1×1, ele ia de 0 a 10km/h em 2 minutos. Levava certo tempo até manobrar aquela caçamba toda. Em alguns lances, a bola atrapalhava um pouco, talvez redonda demais.



Campeonato Paulista 2011. Derby. Tinha tudo para ser o herói improvável num domingo no Pacaembu, ao marcar um gol de cabeça, porém veio a decisão por pênaltis e João Vitor brigador acabou não convertendo, numa série em que até Marcio Araújo ousou e marcou de cavadinha

Na Copa do Brasil 2012 sagrou-se campeão com uma grande participação no duelo contra o Horizonte-CE, num jogo onde marcou 2 gols em nossa vitória por 3×1, não que isso seja parâmetro, mas mostrou seu faro de artilheiro, e pelo menos não foram gols contra

Agora vem o seu momento mais memorável! O Inesquecível e impressionante Pênalti de LETRA! Um lance,acredito eu, inédito na história do futebol mundial.
Duelo contra o Millonarios-COL pela Sulamericana 2012. Obviamente, fomos eliminados.

Se tivesse um prêmio para o “melhor” pênalti do ano, certamente não só ganharia, como daria o nome ao prêmio. Se hoje temos o “Prêmio Puskas” como gol mais bonito, porque não o “Premio Leandro Amaro” de pênalti mais bonito, ou mais absurdo dependendo do ponto de vista de quem julga. Uma obra prima do que não se deve fazer na grande área. Plasticidade e leveza num garrancho incrível. Nem o arbitro entendeu o que nosso craque quis fazer?

Finalmente em 2013 encerraram a passagem dele por aqui, mas não antes de causar um pouco mais. Em um treino, sabe-se lá o porquê, deu um selinho no craque da canhota Ronny. Imagens circulam por aí, para os curiosos.

Enfim, foram 73 jogos de muita emoção e sofrimento aos palestrinos, com 5 gols marcados, 11 cartões amarelos e por incrível que pareça, nenhuma expulsão. Nem pra bater servia

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